Vou relatar dois fatos que vi/ouvi essa semana.
Estava almoçando em um restaurante, sentada em uma mesa perto de uma escada. Quando duas mulheres pararam a frente esperando um sujeito nojento que as acompanhava, como haviam pelo menos uns seis homens por per to, o 'macho-alfa' sentiu uma grande necessidade de marcar território, para fazê-lo, deu um tapa cheio na bunda da sua companheira, ela, sem graça virou-se e disse "Para!", olhando par os lados envergonhada por quem tivesse visto, uns degraus acima ele o fez novamente.
Senti um nojo tão grande desse infeliz, uma vontade de subir aquela mesma escada e retalhar, desfigurar o rosto daquele estúpido com a faca que eu cortava um peixe! Senti vergonha por aquela mulher, pena, raiva de todos os homens. Atitude porca! Desrespeitosa! Parecia um homem das cavernas, podia esperar também, que na hora de ir embora, ele aparecece puxando-a pelos cabelos. Nojo! Nojo! Nojo!
Revoltei-me contra todas as atitudees machistas por menor que elas fossem. Não admito esse tipo coisa na minha frente, e o homem que se um dia se atrever a fazer isso comigo PERDE A PORCARIA DA MÃO e vai resgatar dentro do cu!
- A outra cena, eu na verdade, escutei a história dentro do onibus. Acredito que escrevendo-a não consiga passar os setimentos da verdadeira narradora, mas eu a compreendi, e mexeu comigo imaginar.
Juliana de 17 anos, namorava Marcelo de também 17 anos. Ju, tinha uma irmã, Luana de 19 anos. Moravam com a mãe, que era enfermeira, e eram muito amigas. A mãe valoriava muito a familia e a união das filhas, como toda boa mãe desaprovava qualquer situação de desunisse as filhas ou que afetassem qualquer familia. Ju tinha Luana como uma amiga. Um belo dia, Juliana descobriu que em uma festa qualquer Luana havia ficado com Marcelo, se apaixonaram e começaram um namoro. Ju era muito apaixonada por Marcelo, além de perder o namorado, perdeu a irmã e como se não bastasse era testemunha do amor de Luana e Marcelo. As duas dividiam o mesmo quarto, Ju era obrigada a escutar as juras de amor ao telefone e tudo mais.
Aguentava tudo calada, com medo de magoar a mãe não contou nada.
Essa história me machucou. É triste perder um namorado, quando se está apixonada, e eu imagino a dor dessa menina, vendo-o com sua irmã, sem a possibilidade de afastar tudo aquilo dela.
exatamente por isso virei lésbica.
ResponderExcluirApoiada.
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