De repente, refleti, sobre os tantos.
Há tanto que eu tenho a aprender, há tanto que preciso aprender a tolerar, há tanto a aceitar, há tanto que preciso conhecer, saber, crescer.
Há tanto que fiz, há também, tanto que deixei de fazer, há as coisas que fiz sem querer e as coisas que não fiz querendo fazer.
E nessa vida, como ainda há coisas, há tanto... Tanto tempo, tempo perdido, precioso, bem usado, ocioso, desperdiçado.
Há tanto que eu disse, disse e uma lágrima correu, disse e um sorriso apareceu, disse e o rosto emrubesceu, de amor, de raiva, de timidez. Há tanto que eu não disse, há tanto que deixei de dizer, há tanto que eu disse e não o deveria... Há tanto que faltou ser dito e há tanto que eu queria não dizer mais.
Há tanto a lembrar e a esquecer. Há coisas que quase não me lembro, e no tempo quase se perdem, tornam-se incertezas de sua veracidade, confundem-se com um sonho, imagens apagadas...
Há tanto ainda que quero fazer e tanto ainda que preciso fazer.
Há tanto... Há tanto...
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