Era uma vez, uma princesa que sonhava com um principe, em um dia de céu azul e temperatura ambiente o principe encontrou a princesa.( reparem o diferencial dessa história é que o principe EXISTE!) O jovem casal descobriu que amor a primeira vista existe!
Tudo era perfeito, eles eram felizes e cada vez mais, quando o sol brilhava novamente o amor dos dois crescia, tipo bolo com pó Royal.
Eis que um dia, a princesa passeava pelo campo e encontrou uma moça, as duas ficaram amigas _porém todo conto de fadas precisa de uma bruxa_ a moça passou a implantar ideias na cabeça da princesa, e aquelas palavras martelaram em seus pobres pensamentos por muitos dias, depois dessa conversa a princesa passou a pensar no sentido da vida e começou a sentir-se cada dia mais vazia e triste; o principe desesperado fazia de tudo para alegrar a princesa e não obtinha sucesso.
De tanta tristeza a princesa adoeceu e revelou ao principe a causa do sua moléstia, sua amiga, companheira de passeios pelo bosque, havia endagado sobre a ausência de herdeiros no castelo, com isso a princesa sentiu a necessidade de parir, porque segundo a colega de bosque (vulgo Bruxa do conto) duas coisas no mundo existem exclusivamente para dar vida (ou parir): a mulher e o sexo. Claro, esqueci de mencionar que tanta felicidade, citada anteriormente era proveniente de uma vida sexual muito ativa e saudavel.
O principe, por amar a princesa e ser grato por tanto sexo sem frescura, resolveu acabar com a tristeza de sua amada e tiveram (para desgosto geral do reino) uma menininha.
A princesa, que agora era rainha porque pariu e estava casada, não se importava com o sexo da criança, pois queria acima de tudo ser mãe, e muitas outras coisas deixaram de importar para ela, tais como a aparência, a organização do castelo e nunca mais pôde fazer sexo com o rei (isso acarretou tantos outros problemas que eu poderia escrever um livro só sobre isso), o rei precisou procurar prazer em outras princesas, que não eram tão princesas assim e nem tão... tão... virgens assim.
O tempo passou, cinco anos, a criança falava e céus, como falava! Andava também, comia como uma draga e gritava, de sangue azul a pequena herdeira não tinha nada! Mas o que ninguém sabia ... A Bruxa havia feito um feitiço para a ex-princesa atual rainha engravidar, e como se não bastasse essa praga, ela adicionou no feitiço que a criança fosse da pior espécie, que jamais permitisse que o rei e a rainha fizessem sexo outra vez, e que ela sempre causasse brigas entre os dois... Assim foi e é até hoje.
O feitiço é indissoluvel. Só a morte poderá resolver, mas a rainha é cega de amor pelo mostro que ela mesma pariu, por mais que tanha sentido tantas dores enquanto carregava aquilo no ventre, os vomitos, os pés inchados, as estrias, a vagina que nunca mais voltou ao normal, os peitos que cairam depois de amamentar, as dores de amamentar... A rainha ficou destruida, mas estava enfeitiçada a ser serva da criança que dera a luz, abdicou da própria vida sem saber, como um zumbi.
O rei continuava a morar no castelo, mas todos os dias eram tristes, eles não se falavam, não se tocavam e o mais importante: não faziam sexo.
-Fim
-baseado em fatos reias
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