queridos, estou a um dia do dia que será o divisor de águas da minha vida. Embarco domingo dia 13.
Estou muito nervosa, com muito medo, e até agora nao encontei felicidaade nesse mix que estou sentindo, tenho pavor de avião e vou ter que voar 1h30m.
Amanhã vai ter um almoço de despedida para mim, só com a familia, não quero ver as pessoas que amo chorando.
Estou muito perto de ser livre, e toda essa liberdDE, que desejei a minha vida toda, agora me assusta...
e que tudo dê certo meu povo.
Minhas histórias proibidas.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
About feelings...
Sabem, a maioria das pessoas, depois de levarem tantas rasteiras da vida, acabam criando um escudo, (os psicologos chamam de 'muro' _ ao menos a minha chamou kk), para que isso não aconteça mais, tornam-se mais resistentes a essas coisas, menos vulneraveis, e cada vez mais frios.
Eu já ouvi tantas mentiras e promessas que nunca foram e nem serão cumpridas, coisas que acreditei e desejei, minha defesa hoje é simplesmente não acreditar em ninguém, por mais convincente que pareça e por mais boba que seja, é só não acreditar, e se alguém honrar a palavra, trato como exceção, isso não quer dizer que aquela pessoa é confiável, muito menos que todas sejam porque UMA foi sincera.
Isso tudo, tem sim consequencias que eu não gosto, por exemplo não consigo mais demonstrar entimentos de afeto ou felicidade. Minha tia está voltando para o Brasil, depois de anos, embora morando muito longe, ela conseguiu me decepcionar, mentiu para mim, e eu simplesmente não consigo demonstrar NENHUM tipo de afeto ou alegria, nem mesmo esboçar um sorriso com sua vinda; nem mesmo sei se ainda existe algum afeto por ela... Temo sua chegada, pois ela encontrará uma pessoa totalmente diferente do que ela viu pela ultima vez e sei que ela estar ou não aqui, tanto faz!
Tem sido assim com muitas pessoas, nem fingir mais faço questão. Não gosto delas e PONTO! Convivam com isso.
Penso também, que isso coloca a prova meu lado de atriz, se não consigo mais fingir ao menos uma leve simpatia pelos outros, o que será de mim nos palcos?
Eu parei de fazer questão das pessoas, isso é triste ás vezes.
Eu já ouvi tantas mentiras e promessas que nunca foram e nem serão cumpridas, coisas que acreditei e desejei, minha defesa hoje é simplesmente não acreditar em ninguém, por mais convincente que pareça e por mais boba que seja, é só não acreditar, e se alguém honrar a palavra, trato como exceção, isso não quer dizer que aquela pessoa é confiável, muito menos que todas sejam porque UMA foi sincera.
Isso tudo, tem sim consequencias que eu não gosto, por exemplo não consigo mais demonstrar entimentos de afeto ou felicidade. Minha tia está voltando para o Brasil, depois de anos, embora morando muito longe, ela conseguiu me decepcionar, mentiu para mim, e eu simplesmente não consigo demonstrar NENHUM tipo de afeto ou alegria, nem mesmo esboçar um sorriso com sua vinda; nem mesmo sei se ainda existe algum afeto por ela... Temo sua chegada, pois ela encontrará uma pessoa totalmente diferente do que ela viu pela ultima vez e sei que ela estar ou não aqui, tanto faz!
Tem sido assim com muitas pessoas, nem fingir mais faço questão. Não gosto delas e PONTO! Convivam com isso.
Penso também, que isso coloca a prova meu lado de atriz, se não consigo mais fingir ao menos uma leve simpatia pelos outros, o que será de mim nos palcos?
Eu parei de fazer questão das pessoas, isso é triste ás vezes.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
I was thinking about the empty
Esses dias, me peguei escrevendo uma verdade "não tenho orgulho da pessoa que me tornei", talvez eu esteja errada, não sinta orgulho de quem eu fui, mas mudei tudo é bastante confuso, porque ao mesmo tempo que não gosto da pessoa que fui, sinto saudade de partes dela, sinto saudade de como ela acreditava nas coisas, de como ela se apaixonava e da felicidade que isso causava, saudade de quando ela escrevia sobre o amor e isso preenchia seu imaturo coração, saudade de quando ela acreditava nas pessoas e rir não era um fardo. Mas eu consigo enxergar o exato momento que essa pessoa, qual eu gostava, tornou-se a própria ruína, fiz mal as pessoas, algumas eu só tentei, na verdade a maioria das vezes tentei sem êxito, sem sombra de dúvida, todo o mal que fiz e o que tentei fazer também, voltou para mim, fazendo com que eu me tornasse uma pessoa amarga, vazia, sozinha...
São 3:30 da manhã... Tenho estado acordada a essa hora quase todos os dias, pensando, pensando, pensando...
Será que você ainda pensa em mim ou nele? Será que no fundo do seu coraçãozinho, ainda dói?
Essas conversas comigo mesma são as mais duras que preciso enfrentar, sempre acabo dizendo coisas que me machucam, possivelmente porque são verdades e niguém as diz para mim, ou porque eu conheço meus segredos mais sujos, e sei coisas sobre mim, que não são boatos, são verdades e não há nada que eu possa fazer para mudar.
Ter um relacionamento há 4 anos não é fácil! Primeiro é só beijo e amassos, depois é só sexo... Depois os problemas, as diferenças, as horas dificeis, as brigas, as separações os reatamentos, as feridas causadas por atos e palavras que parecem nunca cicatrizar, depois disso é a amizade... quase sem sexo e deveria ser bom, se isso não te fizesse sentir como se estivesse no auge dos 60 anos.
Há tanto que não posso escrever, porque não tenho coragem, porque fazem parte dos meus segredos, porque talvez assim eu me convença de que eles não existam, então eu vou sufocando esses gritos... até que eles se calem, mas sempre volta um eco.
Ir embora, é muito importante para mim. Tenho medo que não aconteça mais.
São 3:30 da manhã... Tenho estado acordada a essa hora quase todos os dias, pensando, pensando, pensando...
Será que você ainda pensa em mim ou nele? Será que no fundo do seu coraçãozinho, ainda dói?
Essas conversas comigo mesma são as mais duras que preciso enfrentar, sempre acabo dizendo coisas que me machucam, possivelmente porque são verdades e niguém as diz para mim, ou porque eu conheço meus segredos mais sujos, e sei coisas sobre mim, que não são boatos, são verdades e não há nada que eu possa fazer para mudar.
Ter um relacionamento há 4 anos não é fácil! Primeiro é só beijo e amassos, depois é só sexo... Depois os problemas, as diferenças, as horas dificeis, as brigas, as separações os reatamentos, as feridas causadas por atos e palavras que parecem nunca cicatrizar, depois disso é a amizade... quase sem sexo e deveria ser bom, se isso não te fizesse sentir como se estivesse no auge dos 60 anos.
Há tanto que não posso escrever, porque não tenho coragem, porque fazem parte dos meus segredos, porque talvez assim eu me convença de que eles não existam, então eu vou sufocando esses gritos... até que eles se calem, mas sempre volta um eco.
Ir embora, é muito importante para mim. Tenho medo que não aconteça mais.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
My name
Estava pesquisando sobre a origem do meu nome, descobri coisas interessantes.
É originário do Hebraico, veio de Iscah, e quer dizer cheia de riqueza; é também o feminino de Jessé.
A primeira vez que foi usado foi no séc. XVI em uma peça de Shakespeare "O Mercador de Veneza", que foi exibida na Inglaterra :)
É originário do Hebraico, veio de Iscah, e quer dizer cheia de riqueza; é também o feminino de Jessé.
A primeira vez que foi usado foi no séc. XVI em uma peça de Shakespeare "O Mercador de Veneza", que foi exibida na Inglaterra :)
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Work hard
Eu simplesmente não me importo em sacolejar duas horas que sejam dentro de um onibus para chegar ao trabalho, se é ele que me faz feliz, se é por ele que levanto da cama todos os dias.
Nem sempre trabalhei SÓ por dinheiro, apesar de precisar disso para comer, o trabalho me faz digna, me ocupa a cabeça, trabalho também porque gosto, mas ninguém entende!
Em uma entrevista que fiz recentemente o chefe disse-me: "ninguém trabalha por hobby", eu não discuti pois queria o emprego, mas discordo, se eu fosse rica a ponto de não precisar levantar da cama o dia inteiro, ainda assim eu trabalharia.
Claro que me divertir indo ao cinema, estar com os amigos é bom, mas a minha vida pede mais, pede um sentido, um motivo e a parte mais feliz do meu dia é aquela que estou fora de casa trabalhando.
Eu poderia escrever muito mais sobre como o trabalho edifica o homem e como me eificou, mas acredito que minha ideia já ficou bem clara.
beijos, beijos
Nem sempre trabalhei SÓ por dinheiro, apesar de precisar disso para comer, o trabalho me faz digna, me ocupa a cabeça, trabalho também porque gosto, mas ninguém entende!
Em uma entrevista que fiz recentemente o chefe disse-me: "ninguém trabalha por hobby", eu não discuti pois queria o emprego, mas discordo, se eu fosse rica a ponto de não precisar levantar da cama o dia inteiro, ainda assim eu trabalharia.
Claro que me divertir indo ao cinema, estar com os amigos é bom, mas a minha vida pede mais, pede um sentido, um motivo e a parte mais feliz do meu dia é aquela que estou fora de casa trabalhando.
Eu poderia escrever muito mais sobre como o trabalho edifica o homem e como me eificou, mas acredito que minha ideia já ficou bem clara.
beijos, beijos
domingo, 16 de dezembro de 2012
Da série "once upon a time..."
Era uma vez, uma princesa que sonhava com um principe, em um dia de céu azul e temperatura ambiente o principe encontrou a princesa.( reparem o diferencial dessa história é que o principe EXISTE!) O jovem casal descobriu que amor a primeira vista existe!
Tudo era perfeito, eles eram felizes e cada vez mais, quando o sol brilhava novamente o amor dos dois crescia, tipo bolo com pó Royal.
Eis que um dia, a princesa passeava pelo campo e encontrou uma moça, as duas ficaram amigas _porém todo conto de fadas precisa de uma bruxa_ a moça passou a implantar ideias na cabeça da princesa, e aquelas palavras martelaram em seus pobres pensamentos por muitos dias, depois dessa conversa a princesa passou a pensar no sentido da vida e começou a sentir-se cada dia mais vazia e triste; o principe desesperado fazia de tudo para alegrar a princesa e não obtinha sucesso.
De tanta tristeza a princesa adoeceu e revelou ao principe a causa do sua moléstia, sua amiga, companheira de passeios pelo bosque, havia endagado sobre a ausência de herdeiros no castelo, com isso a princesa sentiu a necessidade de parir, porque segundo a colega de bosque (vulgo Bruxa do conto) duas coisas no mundo existem exclusivamente para dar vida (ou parir): a mulher e o sexo. Claro, esqueci de mencionar que tanta felicidade, citada anteriormente era proveniente de uma vida sexual muito ativa e saudavel.
O principe, por amar a princesa e ser grato por tanto sexo sem frescura, resolveu acabar com a tristeza de sua amada e tiveram (para desgosto geral do reino) uma menininha.
A princesa, que agora era rainha porque pariu e estava casada, não se importava com o sexo da criança, pois queria acima de tudo ser mãe, e muitas outras coisas deixaram de importar para ela, tais como a aparência, a organização do castelo e nunca mais pôde fazer sexo com o rei (isso acarretou tantos outros problemas que eu poderia escrever um livro só sobre isso), o rei precisou procurar prazer em outras princesas, que não eram tão princesas assim e nem tão... tão... virgens assim.
O tempo passou, cinco anos, a criança falava e céus, como falava! Andava também, comia como uma draga e gritava, de sangue azul a pequena herdeira não tinha nada! Mas o que ninguém sabia ... A Bruxa havia feito um feitiço para a ex-princesa atual rainha engravidar, e como se não bastasse essa praga, ela adicionou no feitiço que a criança fosse da pior espécie, que jamais permitisse que o rei e a rainha fizessem sexo outra vez, e que ela sempre causasse brigas entre os dois... Assim foi e é até hoje.
O feitiço é indissoluvel. Só a morte poderá resolver, mas a rainha é cega de amor pelo mostro que ela mesma pariu, por mais que tanha sentido tantas dores enquanto carregava aquilo no ventre, os vomitos, os pés inchados, as estrias, a vagina que nunca mais voltou ao normal, os peitos que cairam depois de amamentar, as dores de amamentar... A rainha ficou destruida, mas estava enfeitiçada a ser serva da criança que dera a luz, abdicou da própria vida sem saber, como um zumbi.
O rei continuava a morar no castelo, mas todos os dias eram tristes, eles não se falavam, não se tocavam e o mais importante: não faziam sexo.
-Fim
-baseado em fatos reias
Tudo era perfeito, eles eram felizes e cada vez mais, quando o sol brilhava novamente o amor dos dois crescia, tipo bolo com pó Royal.
Eis que um dia, a princesa passeava pelo campo e encontrou uma moça, as duas ficaram amigas _porém todo conto de fadas precisa de uma bruxa_ a moça passou a implantar ideias na cabeça da princesa, e aquelas palavras martelaram em seus pobres pensamentos por muitos dias, depois dessa conversa a princesa passou a pensar no sentido da vida e começou a sentir-se cada dia mais vazia e triste; o principe desesperado fazia de tudo para alegrar a princesa e não obtinha sucesso.
De tanta tristeza a princesa adoeceu e revelou ao principe a causa do sua moléstia, sua amiga, companheira de passeios pelo bosque, havia endagado sobre a ausência de herdeiros no castelo, com isso a princesa sentiu a necessidade de parir, porque segundo a colega de bosque (vulgo Bruxa do conto) duas coisas no mundo existem exclusivamente para dar vida (ou parir): a mulher e o sexo. Claro, esqueci de mencionar que tanta felicidade, citada anteriormente era proveniente de uma vida sexual muito ativa e saudavel.
O principe, por amar a princesa e ser grato por tanto sexo sem frescura, resolveu acabar com a tristeza de sua amada e tiveram (para desgosto geral do reino) uma menininha.
A princesa, que agora era rainha porque pariu e estava casada, não se importava com o sexo da criança, pois queria acima de tudo ser mãe, e muitas outras coisas deixaram de importar para ela, tais como a aparência, a organização do castelo e nunca mais pôde fazer sexo com o rei (isso acarretou tantos outros problemas que eu poderia escrever um livro só sobre isso), o rei precisou procurar prazer em outras princesas, que não eram tão princesas assim e nem tão... tão... virgens assim.
O tempo passou, cinco anos, a criança falava e céus, como falava! Andava também, comia como uma draga e gritava, de sangue azul a pequena herdeira não tinha nada! Mas o que ninguém sabia ... A Bruxa havia feito um feitiço para a ex-princesa atual rainha engravidar, e como se não bastasse essa praga, ela adicionou no feitiço que a criança fosse da pior espécie, que jamais permitisse que o rei e a rainha fizessem sexo outra vez, e que ela sempre causasse brigas entre os dois... Assim foi e é até hoje.
O feitiço é indissoluvel. Só a morte poderá resolver, mas a rainha é cega de amor pelo mostro que ela mesma pariu, por mais que tanha sentido tantas dores enquanto carregava aquilo no ventre, os vomitos, os pés inchados, as estrias, a vagina que nunca mais voltou ao normal, os peitos que cairam depois de amamentar, as dores de amamentar... A rainha ficou destruida, mas estava enfeitiçada a ser serva da criança que dera a luz, abdicou da própria vida sem saber, como um zumbi.
O rei continuava a morar no castelo, mas todos os dias eram tristes, eles não se falavam, não se tocavam e o mais importante: não faziam sexo.
-Fim
-baseado em fatos reias
sábado, 15 de dezembro de 2012
Ar
Estou assumindo minha forma natural, minha forma real e isso faz com que eu precise cada vez menos do meu 'cano de escape' que era o que esse blog representava para mim.
Tenho a sensação de que estava no fundo do mar, por dezenove anos, não morta, viva ou tentando viver, lutando para chegar a superficie, enxergar a luz e principalmente: respirar!
Pernadas pesadas embaixo d'agua, e mesmo assim eu tentava correr, era dificil... Embora não esteja com a cabeça completamente fora do mar, posso respirar, ainda com cautela e posso conhecer a luz e sentir a brisa tocar meu rosto, embora ainda com o corpo quase inteiro submerso, tenho a impressão de que os 'passos' não estão mais pesados e como é gostosa a sensação de movimetar-se sem peso, sem carregar o mundo ou as pessoas.
Acredito quando possivel for de ter a cabeça completamente ao ar, tomarei aquele folego de quem estava afogando-se e conquista por fim a superficie; porém esse folego, se muito grande, pode machucar, apesar de saber as consequências sinto que vou fazê-lo e ainda atrevo-me a dizer que sem dor.
Tenho a sensação de que estava no fundo do mar, por dezenove anos, não morta, viva ou tentando viver, lutando para chegar a superficie, enxergar a luz e principalmente: respirar!
Pernadas pesadas embaixo d'agua, e mesmo assim eu tentava correr, era dificil... Embora não esteja com a cabeça completamente fora do mar, posso respirar, ainda com cautela e posso conhecer a luz e sentir a brisa tocar meu rosto, embora ainda com o corpo quase inteiro submerso, tenho a impressão de que os 'passos' não estão mais pesados e como é gostosa a sensação de movimetar-se sem peso, sem carregar o mundo ou as pessoas.
Acredito quando possivel for de ter a cabeça completamente ao ar, tomarei aquele folego de quem estava afogando-se e conquista por fim a superficie; porém esse folego, se muito grande, pode machucar, apesar de saber as consequências sinto que vou fazê-lo e ainda atrevo-me a dizer que sem dor.
Assinar:
Comentários (Atom)
