Eu simplesmente não me importo em sacolejar duas horas que sejam dentro de um onibus para chegar ao trabalho, se é ele que me faz feliz, se é por ele que levanto da cama todos os dias.
Nem sempre trabalhei SÓ por dinheiro, apesar de precisar disso para comer, o trabalho me faz digna, me ocupa a cabeça, trabalho também porque gosto, mas ninguém entende!
Em uma entrevista que fiz recentemente o chefe disse-me: "ninguém trabalha por hobby", eu não discuti pois queria o emprego, mas discordo, se eu fosse rica a ponto de não precisar levantar da cama o dia inteiro, ainda assim eu trabalharia.
Claro que me divertir indo ao cinema, estar com os amigos é bom, mas a minha vida pede mais, pede um sentido, um motivo e a parte mais feliz do meu dia é aquela que estou fora de casa trabalhando.
Eu poderia escrever muito mais sobre como o trabalho edifica o homem e como me eificou, mas acredito que minha ideia já ficou bem clara.
beijos, beijos
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
domingo, 16 de dezembro de 2012
Da série "once upon a time..."
Era uma vez, uma princesa que sonhava com um principe, em um dia de céu azul e temperatura ambiente o principe encontrou a princesa.( reparem o diferencial dessa história é que o principe EXISTE!) O jovem casal descobriu que amor a primeira vista existe!
Tudo era perfeito, eles eram felizes e cada vez mais, quando o sol brilhava novamente o amor dos dois crescia, tipo bolo com pó Royal.
Eis que um dia, a princesa passeava pelo campo e encontrou uma moça, as duas ficaram amigas _porém todo conto de fadas precisa de uma bruxa_ a moça passou a implantar ideias na cabeça da princesa, e aquelas palavras martelaram em seus pobres pensamentos por muitos dias, depois dessa conversa a princesa passou a pensar no sentido da vida e começou a sentir-se cada dia mais vazia e triste; o principe desesperado fazia de tudo para alegrar a princesa e não obtinha sucesso.
De tanta tristeza a princesa adoeceu e revelou ao principe a causa do sua moléstia, sua amiga, companheira de passeios pelo bosque, havia endagado sobre a ausência de herdeiros no castelo, com isso a princesa sentiu a necessidade de parir, porque segundo a colega de bosque (vulgo Bruxa do conto) duas coisas no mundo existem exclusivamente para dar vida (ou parir): a mulher e o sexo. Claro, esqueci de mencionar que tanta felicidade, citada anteriormente era proveniente de uma vida sexual muito ativa e saudavel.
O principe, por amar a princesa e ser grato por tanto sexo sem frescura, resolveu acabar com a tristeza de sua amada e tiveram (para desgosto geral do reino) uma menininha.
A princesa, que agora era rainha porque pariu e estava casada, não se importava com o sexo da criança, pois queria acima de tudo ser mãe, e muitas outras coisas deixaram de importar para ela, tais como a aparência, a organização do castelo e nunca mais pôde fazer sexo com o rei (isso acarretou tantos outros problemas que eu poderia escrever um livro só sobre isso), o rei precisou procurar prazer em outras princesas, que não eram tão princesas assim e nem tão... tão... virgens assim.
O tempo passou, cinco anos, a criança falava e céus, como falava! Andava também, comia como uma draga e gritava, de sangue azul a pequena herdeira não tinha nada! Mas o que ninguém sabia ... A Bruxa havia feito um feitiço para a ex-princesa atual rainha engravidar, e como se não bastasse essa praga, ela adicionou no feitiço que a criança fosse da pior espécie, que jamais permitisse que o rei e a rainha fizessem sexo outra vez, e que ela sempre causasse brigas entre os dois... Assim foi e é até hoje.
O feitiço é indissoluvel. Só a morte poderá resolver, mas a rainha é cega de amor pelo mostro que ela mesma pariu, por mais que tanha sentido tantas dores enquanto carregava aquilo no ventre, os vomitos, os pés inchados, as estrias, a vagina que nunca mais voltou ao normal, os peitos que cairam depois de amamentar, as dores de amamentar... A rainha ficou destruida, mas estava enfeitiçada a ser serva da criança que dera a luz, abdicou da própria vida sem saber, como um zumbi.
O rei continuava a morar no castelo, mas todos os dias eram tristes, eles não se falavam, não se tocavam e o mais importante: não faziam sexo.
-Fim
-baseado em fatos reias
Tudo era perfeito, eles eram felizes e cada vez mais, quando o sol brilhava novamente o amor dos dois crescia, tipo bolo com pó Royal.
Eis que um dia, a princesa passeava pelo campo e encontrou uma moça, as duas ficaram amigas _porém todo conto de fadas precisa de uma bruxa_ a moça passou a implantar ideias na cabeça da princesa, e aquelas palavras martelaram em seus pobres pensamentos por muitos dias, depois dessa conversa a princesa passou a pensar no sentido da vida e começou a sentir-se cada dia mais vazia e triste; o principe desesperado fazia de tudo para alegrar a princesa e não obtinha sucesso.
De tanta tristeza a princesa adoeceu e revelou ao principe a causa do sua moléstia, sua amiga, companheira de passeios pelo bosque, havia endagado sobre a ausência de herdeiros no castelo, com isso a princesa sentiu a necessidade de parir, porque segundo a colega de bosque (vulgo Bruxa do conto) duas coisas no mundo existem exclusivamente para dar vida (ou parir): a mulher e o sexo. Claro, esqueci de mencionar que tanta felicidade, citada anteriormente era proveniente de uma vida sexual muito ativa e saudavel.
O principe, por amar a princesa e ser grato por tanto sexo sem frescura, resolveu acabar com a tristeza de sua amada e tiveram (para desgosto geral do reino) uma menininha.
A princesa, que agora era rainha porque pariu e estava casada, não se importava com o sexo da criança, pois queria acima de tudo ser mãe, e muitas outras coisas deixaram de importar para ela, tais como a aparência, a organização do castelo e nunca mais pôde fazer sexo com o rei (isso acarretou tantos outros problemas que eu poderia escrever um livro só sobre isso), o rei precisou procurar prazer em outras princesas, que não eram tão princesas assim e nem tão... tão... virgens assim.
O tempo passou, cinco anos, a criança falava e céus, como falava! Andava também, comia como uma draga e gritava, de sangue azul a pequena herdeira não tinha nada! Mas o que ninguém sabia ... A Bruxa havia feito um feitiço para a ex-princesa atual rainha engravidar, e como se não bastasse essa praga, ela adicionou no feitiço que a criança fosse da pior espécie, que jamais permitisse que o rei e a rainha fizessem sexo outra vez, e que ela sempre causasse brigas entre os dois... Assim foi e é até hoje.
O feitiço é indissoluvel. Só a morte poderá resolver, mas a rainha é cega de amor pelo mostro que ela mesma pariu, por mais que tanha sentido tantas dores enquanto carregava aquilo no ventre, os vomitos, os pés inchados, as estrias, a vagina que nunca mais voltou ao normal, os peitos que cairam depois de amamentar, as dores de amamentar... A rainha ficou destruida, mas estava enfeitiçada a ser serva da criança que dera a luz, abdicou da própria vida sem saber, como um zumbi.
O rei continuava a morar no castelo, mas todos os dias eram tristes, eles não se falavam, não se tocavam e o mais importante: não faziam sexo.
-Fim
-baseado em fatos reias
sábado, 15 de dezembro de 2012
Ar
Estou assumindo minha forma natural, minha forma real e isso faz com que eu precise cada vez menos do meu 'cano de escape' que era o que esse blog representava para mim.
Tenho a sensação de que estava no fundo do mar, por dezenove anos, não morta, viva ou tentando viver, lutando para chegar a superficie, enxergar a luz e principalmente: respirar!
Pernadas pesadas embaixo d'agua, e mesmo assim eu tentava correr, era dificil... Embora não esteja com a cabeça completamente fora do mar, posso respirar, ainda com cautela e posso conhecer a luz e sentir a brisa tocar meu rosto, embora ainda com o corpo quase inteiro submerso, tenho a impressão de que os 'passos' não estão mais pesados e como é gostosa a sensação de movimetar-se sem peso, sem carregar o mundo ou as pessoas.
Acredito quando possivel for de ter a cabeça completamente ao ar, tomarei aquele folego de quem estava afogando-se e conquista por fim a superficie; porém esse folego, se muito grande, pode machucar, apesar de saber as consequências sinto que vou fazê-lo e ainda atrevo-me a dizer que sem dor.
Tenho a sensação de que estava no fundo do mar, por dezenove anos, não morta, viva ou tentando viver, lutando para chegar a superficie, enxergar a luz e principalmente: respirar!
Pernadas pesadas embaixo d'agua, e mesmo assim eu tentava correr, era dificil... Embora não esteja com a cabeça completamente fora do mar, posso respirar, ainda com cautela e posso conhecer a luz e sentir a brisa tocar meu rosto, embora ainda com o corpo quase inteiro submerso, tenho a impressão de que os 'passos' não estão mais pesados e como é gostosa a sensação de movimetar-se sem peso, sem carregar o mundo ou as pessoas.
Acredito quando possivel for de ter a cabeça completamente ao ar, tomarei aquele folego de quem estava afogando-se e conquista por fim a superficie; porém esse folego, se muito grande, pode machucar, apesar de saber as consequências sinto que vou fazê-lo e ainda atrevo-me a dizer que sem dor.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
heeeey
Pessoal, está tudo pronto: exames, documentos, coisas compradas e mala feita.
Finalmente, depois de um ano, de mistério e postando a correria, tudo está pronto. Esperando somente a data!
Finalmente, depois de um ano, de mistério e postando a correria, tudo está pronto. Esperando somente a data!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Mais uma indignação para a lista
Por acaso, acabei assistindo um quadro do programa do Ratinho, chamado 'trote', o qudro basei-se em um trote pelo telefone, um assistente de palco, liga para uma pessoa (as vezes que assisti, essas pessoas estavam trabalhando, e a ligação é feita para o estabelecimento), de algum modo eles possuem informações sobre essas pessoas, e acredito que não por coincidencia essas pessoas são homossexuais, o assintente de palco diz coisas ofensivas em relação a isso, egraça, o ápice do quadro é quando a vitima perde o controle e começa a xingar.
Esse quadro é um crime! É puro preconceito, e o dono do programa, o Ratinho, se delicia com isso, e também chama ofensivamente de "viado" entre outros as vitimas desse quadro.
Pode ser que sejam pessoas contratadas, eu não acredito mais em nada do genero 'camera escondida' que apareça na televisão, se for uma outra pessoa contratada, não deixa de ser ofensivo, não deixa de ser crime, pelas coisas que são ditas!
Graças a Deus, sou desprovida de preconceitos, mesmo tendo sido criada por uma familia que não aceita a homossexualidade, e faz piadas com outras questões que acho ofensivas.
Sou da opinião de que ninguém é obrigado a gostar e aceitar isso (especificamente no caso dos homossexuais) o problema vem quando as pessoas começam a agir contra.
Ratinho Jr Candidatou-se para prefeito de Curitiba, e passaram "boatos" de que ele era homofóbico, tendo o pai que tem, não resta dúvidas, e posso imaginar os valores morais que esse homem implantou no filho, e que desgraça teria sido se ele tivesse ganhado a eleição... Se o pai usa o programa de tv para agredir homossuxuais, o filho usaria a prefeitura; não sei bem de que forma, mas certamente faria algo.
Estou revoltada com esse programa, com essa atitude em rede nacional e até agora ninguém se manifestou, ninguém fez nada!!
Esse quadro é um crime! É puro preconceito, e o dono do programa, o Ratinho, se delicia com isso, e também chama ofensivamente de "viado" entre outros as vitimas desse quadro.
Pode ser que sejam pessoas contratadas, eu não acredito mais em nada do genero 'camera escondida' que apareça na televisão, se for uma outra pessoa contratada, não deixa de ser ofensivo, não deixa de ser crime, pelas coisas que são ditas!
Graças a Deus, sou desprovida de preconceitos, mesmo tendo sido criada por uma familia que não aceita a homossexualidade, e faz piadas com outras questões que acho ofensivas.
Sou da opinião de que ninguém é obrigado a gostar e aceitar isso (especificamente no caso dos homossexuais) o problema vem quando as pessoas começam a agir contra.
Ratinho Jr Candidatou-se para prefeito de Curitiba, e passaram "boatos" de que ele era homofóbico, tendo o pai que tem, não resta dúvidas, e posso imaginar os valores morais que esse homem implantou no filho, e que desgraça teria sido se ele tivesse ganhado a eleição... Se o pai usa o programa de tv para agredir homossuxuais, o filho usaria a prefeitura; não sei bem de que forma, mas certamente faria algo.
Estou revoltada com esse programa, com essa atitude em rede nacional e até agora ninguém se manifestou, ninguém fez nada!!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
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