quarta-feira, 21 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
So guys....
Talvez os planos tenham mudado mais uma vez. Ontem uma reportagem que assisti, fez minha cabeça embaralhar de novo. Se fosse só pensar no hoje, só pensar em mim, seia muito fácil decidir.
Tenho medo do que o tempo faz com as pessoas, e com os paknos que um dia traçaram...
Mas, estou feliz! Estranho, né?
Tenho medo do que o tempo faz com as pessoas, e com os paknos que um dia traçaram...
Mas, estou feliz! Estranho, né?
terça-feira, 13 de março de 2012
As Crônicas da Caixa Prego
Chegando em casa, percebi que o carro não estava na garagem, a luz da sala estava acesa. Traços de quem havia saido correndo, panelas no fogão, a forma com batatas _que não foram devoradas, um jantar que deveria estar me esperando, fora largado. O pijama jogado no chão, o guarda-roupa aberto.
O celular que toca até cair, Deus! Como é angustiante um telefone que não tem 'alô'. Precisava ouvir aquela voz, precisa saber onde estava, o que tinha acontecido... As mãos tão trêmulas, não conseguiam mais rediscar para o número cujo a Caixa Postal antendia frenéticamente. O coração disparado, os olhos marejados...
No âmbito de pavor, sem saber a quem ligar, passando mil histórias na cabeça; enxerguei uma agenda telefôlica caída ao lado do criado mudo, no desespero de precisar encontrar uma solução os neorônios chocavam-se, tudo girava e o raciocinio foi formado: Uma ligação foi feita! Para quem? Como descobrir? Foi então que lembrei-me de rediscar o ultimo número no telefone, com as mãos ainda muito trêmulas, tinha medo de errar o botão e afogar-me na agônia da incerteza, de não saber onde estavas e o que havia acontecido.
Cada toque daquela chamada, era como uma eternidade, e eu podia ouvir meus batimentos acelerados difundindo-se aos toques tão demorados... Para quem eu estava ligando? Quem ateneria? O que eu diria? Por que aquele número havia sido discado? Por que tudo havia sido largado as pressas?
Uma voz embargada, por fim, disse-me "Alô"... Era uma mulher, alterada e chorosa.
(to be continued)
O celular que toca até cair, Deus! Como é angustiante um telefone que não tem 'alô'. Precisava ouvir aquela voz, precisa saber onde estava, o que tinha acontecido... As mãos tão trêmulas, não conseguiam mais rediscar para o número cujo a Caixa Postal antendia frenéticamente. O coração disparado, os olhos marejados...
No âmbito de pavor, sem saber a quem ligar, passando mil histórias na cabeça; enxerguei uma agenda telefôlica caída ao lado do criado mudo, no desespero de precisar encontrar uma solução os neorônios chocavam-se, tudo girava e o raciocinio foi formado: Uma ligação foi feita! Para quem? Como descobrir? Foi então que lembrei-me de rediscar o ultimo número no telefone, com as mãos ainda muito trêmulas, tinha medo de errar o botão e afogar-me na agônia da incerteza, de não saber onde estavas e o que havia acontecido.
Cada toque daquela chamada, era como uma eternidade, e eu podia ouvir meus batimentos acelerados difundindo-se aos toques tão demorados... Para quem eu estava ligando? Quem ateneria? O que eu diria? Por que aquele número havia sido discado? Por que tudo havia sido largado as pressas?
Uma voz embargada, por fim, disse-me "Alô"... Era uma mulher, alterada e chorosa.
(to be continued)
domingo, 11 de março de 2012
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