o quanto fui feita de otária nas suas mãos:
Paula S.- Dizia que te amava, você achava fofo. E eu ouvi pelo menos três histórias diferentes sobre você conhecê-la pessoalmente.
Maiara- Você tentou esconder que namorava comigo para ela, e ela ainda me disse que ficava com você enquanto você ficava comigo;
Thaís - Pegou ela na festinha
Karin- Um ano de história. Muitos abraços, declarações, trocas de carinho, sairam escondido, etc.
Louise- A amiguinha que queria dar pra você e bater em mim. Ah sim, se viam escondido também.
Vane- Mnha conhecida que você deu moral.
Priscila- a coleguinha de trabalho que queria MUITO sair com VOCÊ!
Dani Higuchi - A amiguinha que você fala escondido de mim.
Ultimo fato com três nomes: Lo, Vane e Marina - telefone escondido no bolso.
Somando mais Infinitas mentiras, históricos, emails, depoimentos... É. Sou muuito otária mesmo.
Isso sem contar as coisas que eu não sei.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Saudade não é a palavra adequada
Sinto saudade de um grande amor, de me apaixonar, de ser conquistada, das aventuras, das grandes emoções.
De ir dormir pensando em alguém, sinto saudade de grandes alegrias.
Saudade não é adequado porque é a palavra q se usa quando teve alguma coisa e não tem mais; o que não é meu caso, talvez a palavra fosse 'vontade'.
De ir dormir pensando em alguém, sinto saudade de grandes alegrias.
Saudade não é adequado porque é a palavra q se usa quando teve alguma coisa e não tem mais; o que não é meu caso, talvez a palavra fosse 'vontade'.
Nos filmes
é mais fácil. As pessoas simplismente aceitam que precisam deixar quem elas amam, então aparece uma legenda "x meses depois" e todos estão felizes de novo.
domingo, 4 de setembro de 2011
Pra hoje
Um quarto meio escuro, uma cama, uma televisão, eu e você. Assim que eu quria o dia.
Você dormindo do meu lado enquanto eu enrolava seu cabelo nos meus dedos, te olhando apaixonadamente e imaginando um jeito de você nunca mais ir embora.
Você dormindo do meu lado enquanto eu enrolava seu cabelo nos meus dedos, te olhando apaixonadamente e imaginando um jeito de você nunca mais ir embora.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Aquilo que falta
Há em minha cabeça uma condição para que a infidelidade seja aceita: a falta.
Acho bastante razoável quando ela ocorre no caso de ausêsias: amor, carinho, atenção, sexo, reconhecimento, ou algo que uma pessoa procure e seu parceiro(a) não ofereça. Terminar, se há amor ou apego até acomodação, não compensa, pois ninguém será do jeito que desejas, sempre faltará algo, e dependendo do que faltar é conveniente procurar em outrem.
No meu caso falta algo muito peculiar. Sinto falta de carinho, não de receber, doar. Sinto uma falta dolorida de ser atenciosa, carinhosa, amorosa, me preocupar, cuidar, mimar, fazer o que está e o qe não está ao meu alcance. Só não posso, porque aquele a quem gostaria de o fazer não merece.
Seria justo suprir minha carência em alguém, não precisa ser reciproco, nem um relacionamento e que não dure, para que eu não para no mesmo lugar onde me encontro: não poder doar.
Sinto falta de acariaciar os cabelos - sem a recordação de outra fazendo isso enquanto eu assistia - dar presentinhos, fazer surpresas, fazer algo que a outra pessoa realmente se importaria, admirar...
Essa alegria você* não pode mais me proporcionar.
Acho bastante razoável quando ela ocorre no caso de ausêsias: amor, carinho, atenção, sexo, reconhecimento, ou algo que uma pessoa procure e seu parceiro(a) não ofereça. Terminar, se há amor ou apego até acomodação, não compensa, pois ninguém será do jeito que desejas, sempre faltará algo, e dependendo do que faltar é conveniente procurar em outrem.
No meu caso falta algo muito peculiar. Sinto falta de carinho, não de receber, doar. Sinto uma falta dolorida de ser atenciosa, carinhosa, amorosa, me preocupar, cuidar, mimar, fazer o que está e o qe não está ao meu alcance. Só não posso, porque aquele a quem gostaria de o fazer não merece.
Seria justo suprir minha carência em alguém, não precisa ser reciproco, nem um relacionamento e que não dure, para que eu não para no mesmo lugar onde me encontro: não poder doar.
Sinto falta de acariaciar os cabelos - sem a recordação de outra fazendo isso enquanto eu assistia - dar presentinhos, fazer surpresas, fazer algo que a outra pessoa realmente se importaria, admirar...
Essa alegria você* não pode mais me proporcionar.
Que sorte a minha, não?
Não há um desgraçado que eu possa chamar de amigo; talvez seja minha culpa.
O pai é um grosso, sabe reclamar e apontar o que não é de seu gosto, ou seja, tudo.
A mãe é uma pobre coitada que por mim não fala, não briga. Ela existe e existir é a coisa mais triste que eu já vi.
O (ex) namorado, mais conhecido como infiél, adultero, filho da puta; são adjetivos que cabem perfeitamente, ainda assim o unico para quem posso correr ás vezes.
Que vida triste. Que vida vazia. Vida?
Talvez eu só exista e existir é triste.
Compreendo agora a dor de uma lágrima e sentido do vazio, porque é tudo o que sou agora: triste e vazia.
O pai é um grosso, sabe reclamar e apontar o que não é de seu gosto, ou seja, tudo.
A mãe é uma pobre coitada que por mim não fala, não briga. Ela existe e existir é a coisa mais triste que eu já vi.
O (ex) namorado, mais conhecido como infiél, adultero, filho da puta; são adjetivos que cabem perfeitamente, ainda assim o unico para quem posso correr ás vezes.
Que vida triste. Que vida vazia. Vida?
Talvez eu só exista e existir é triste.
Compreendo agora a dor de uma lágrima e sentido do vazio, porque é tudo o que sou agora: triste e vazia.
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