sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Que sorte a minha, não?

Não há um desgraçado que eu possa chamar de amigo; talvez seja minha culpa.
O pai é um grosso, sabe reclamar e apontar o que não é de seu gosto, ou seja, tudo.
A mãe é uma pobre coitada que por mim não fala, não briga. Ela existe e existir é a coisa mais triste que eu já vi.
O (ex) namorado, mais conhecido como infiél, adultero, filho da puta; são adjetivos que cabem perfeitamente, ainda assim o unico para quem posso correr ás vezes.
Que vida triste. Que vida vazia. Vida?
Talvez eu só exista e existir é triste.
Compreendo agora a dor de uma lágrima e sentido do vazio, porque é tudo o que sou agora: triste e vazia.

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