segunda-feira, 5 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Pra hoje
Um quarto meio escuro, uma cama, uma televisão, eu e você. Assim que eu quria o dia.
Você dormindo do meu lado enquanto eu enrolava seu cabelo nos meus dedos, te olhando apaixonadamente e imaginando um jeito de você nunca mais ir embora.
Você dormindo do meu lado enquanto eu enrolava seu cabelo nos meus dedos, te olhando apaixonadamente e imaginando um jeito de você nunca mais ir embora.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Aquilo que falta
Há em minha cabeça uma condição para que a infidelidade seja aceita: a falta.
Acho bastante razoável quando ela ocorre no caso de ausêsias: amor, carinho, atenção, sexo, reconhecimento, ou algo que uma pessoa procure e seu parceiro(a) não ofereça. Terminar, se há amor ou apego até acomodação, não compensa, pois ninguém será do jeito que desejas, sempre faltará algo, e dependendo do que faltar é conveniente procurar em outrem.
No meu caso falta algo muito peculiar. Sinto falta de carinho, não de receber, doar. Sinto uma falta dolorida de ser atenciosa, carinhosa, amorosa, me preocupar, cuidar, mimar, fazer o que está e o qe não está ao meu alcance. Só não posso, porque aquele a quem gostaria de o fazer não merece.
Seria justo suprir minha carência em alguém, não precisa ser reciproco, nem um relacionamento e que não dure, para que eu não para no mesmo lugar onde me encontro: não poder doar.
Sinto falta de acariaciar os cabelos - sem a recordação de outra fazendo isso enquanto eu assistia - dar presentinhos, fazer surpresas, fazer algo que a outra pessoa realmente se importaria, admirar...
Essa alegria você* não pode mais me proporcionar.
Acho bastante razoável quando ela ocorre no caso de ausêsias: amor, carinho, atenção, sexo, reconhecimento, ou algo que uma pessoa procure e seu parceiro(a) não ofereça. Terminar, se há amor ou apego até acomodação, não compensa, pois ninguém será do jeito que desejas, sempre faltará algo, e dependendo do que faltar é conveniente procurar em outrem.
No meu caso falta algo muito peculiar. Sinto falta de carinho, não de receber, doar. Sinto uma falta dolorida de ser atenciosa, carinhosa, amorosa, me preocupar, cuidar, mimar, fazer o que está e o qe não está ao meu alcance. Só não posso, porque aquele a quem gostaria de o fazer não merece.
Seria justo suprir minha carência em alguém, não precisa ser reciproco, nem um relacionamento e que não dure, para que eu não para no mesmo lugar onde me encontro: não poder doar.
Sinto falta de acariaciar os cabelos - sem a recordação de outra fazendo isso enquanto eu assistia - dar presentinhos, fazer surpresas, fazer algo que a outra pessoa realmente se importaria, admirar...
Essa alegria você* não pode mais me proporcionar.
Que sorte a minha, não?
Não há um desgraçado que eu possa chamar de amigo; talvez seja minha culpa.
O pai é um grosso, sabe reclamar e apontar o que não é de seu gosto, ou seja, tudo.
A mãe é uma pobre coitada que por mim não fala, não briga. Ela existe e existir é a coisa mais triste que eu já vi.
O (ex) namorado, mais conhecido como infiél, adultero, filho da puta; são adjetivos que cabem perfeitamente, ainda assim o unico para quem posso correr ás vezes.
Que vida triste. Que vida vazia. Vida?
Talvez eu só exista e existir é triste.
Compreendo agora a dor de uma lágrima e sentido do vazio, porque é tudo o que sou agora: triste e vazia.
O pai é um grosso, sabe reclamar e apontar o que não é de seu gosto, ou seja, tudo.
A mãe é uma pobre coitada que por mim não fala, não briga. Ela existe e existir é a coisa mais triste que eu já vi.
O (ex) namorado, mais conhecido como infiél, adultero, filho da puta; são adjetivos que cabem perfeitamente, ainda assim o unico para quem posso correr ás vezes.
Que vida triste. Que vida vazia. Vida?
Talvez eu só exista e existir é triste.
Compreendo agora a dor de uma lágrima e sentido do vazio, porque é tudo o que sou agora: triste e vazia.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Eu não te queria
para a vida toda, nem por um dia inteiro se quer saber.
Queria chegar no meio da multidão, te agarrar pela cintura, subir minha mão pela sua nuca, puxar seu cabelo do jeito que você gosta e dar o beijo que você nunca mais esqueceria.
Queria chegar no meio da multidão, te agarrar pela cintura, subir minha mão pela sua nuca, puxar seu cabelo do jeito que você gosta e dar o beijo que você nunca mais esqueceria.
Quando a luz dos olhos meus encontra a luz dos olhos teus ♪
Sempre gostei de como seus olhos me encaravam, sentimentos muito nítidos você deixava transparecer: carinho, desejo, paixão, adoração, respeito, vergonha até amor e um pouquinho de culpa. Brilhavam e nada mais precisava ser dito.
Você se clpava por desejar alguém que era comprometida e se perguntava por que não me conhecera antes. Que garota no mundo não gostaria de ser fitada por esses olhos? Eu soube. Sempre soube, e foi por egoísmo que fingia não perceber.
Senti ciúme sem o direito de senti-lo quando vi seus lábios tocando os daquela menina, mas logo passou, pois percebi que seus olhos não a encaravam como a mim.
Sempre me trazes palavras tão doces... E meus olhos - contrariando minhas palavras - correspondiam aos sentimentos que não precisavam serem ditos.
Quis a vida que nos encontrassemos inúmeras vezes, sem um número de telefone ou qualquer outro contato.
E eu deixo assim, a mercê do destino porque se ele quiser continuaremos com a intena comunicação entre nossos olhos.
Não se vá para sempre doce garoto, não deixe meus olhos esperando por muito tempo.
M.M.
Você se clpava por desejar alguém que era comprometida e se perguntava por que não me conhecera antes. Que garota no mundo não gostaria de ser fitada por esses olhos? Eu soube. Sempre soube, e foi por egoísmo que fingia não perceber.
Senti ciúme sem o direito de senti-lo quando vi seus lábios tocando os daquela menina, mas logo passou, pois percebi que seus olhos não a encaravam como a mim.
Sempre me trazes palavras tão doces... E meus olhos - contrariando minhas palavras - correspondiam aos sentimentos que não precisavam serem ditos.
Quis a vida que nos encontrassemos inúmeras vezes, sem um número de telefone ou qualquer outro contato.
E eu deixo assim, a mercê do destino porque se ele quiser continuaremos com a intena comunicação entre nossos olhos.
Não se vá para sempre doce garoto, não deixe meus olhos esperando por muito tempo.
M.M.
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